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Quem lucra quando a periferia cria? Direitos Autorais e Economia Criativa

Desde o crescimento dos serviços de streaming, difundiu-se o mito de que a democratização da criação e a alta visibilidade nas plataformas digitais garantiriam, automaticamente, a inclusão econômica dos artistas.

Inaugurando o Programa Fellowship de Inovação e Direitos Autorais — iniciativa do Reglab focada em apoiar pesquisas empíricas inéditas sobre o cenário de transformação tecnológica —, lançamos o estudo “Quem lucra quando a periferia cria? Direitos autorais, plataformas digitais e economia criativa”.

Por meio de entrevistas em profundidade com criadores que atuam em plataformas digitais, a pesquisa demonstra que a ampliação de público não se converte automaticamente em acúmulo de patrimônio.

O documento explora como a assimetria informacional, a dinâmica das plataformas e as complexas cadeias de intermediários dificultam o acesso dos criadores periféricos a uma renda patrimonial estável, mantendo-os dependentes do trabalho presencial (renda ativa).

A pesquisa conclui que a inclusão econômica no ecossistema digital exige mais do que alcance: exige transparência e letramento técnico-jurídico.

Faça o download do artigo completo abaixo e junte-se ao Reglab neste debate sobre o futuro sustentável da economia criativa.

Citar

SANTOS, C. Quem lucra quando a periferia cria? Direitos autorais, plataformas digitais e economia criativa. São Paulo: Reglab, 2026.
Santos, C. (2026). Quem lucra quando a periferia cria? Direitos autorais, plataformas digitais e economia criativa. São Paulo: Reglab.
Santos, C. Quem lucra quando a periferia cria? Direitos autorais, plataformas digitais e economia criativa. São Paulo: Reglab, 2026.

Autores

  • Camila Santos

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